Design e programação criativa na web.

HTML5 vs Flash

<HTML5> vs FLASH

Irá o HTML5 substituir o Flash nos anos que se seguem? Alguns dizem que sim. É realmente superior esta nova tecnologia ou são mais uma vez os interesses de uma determinada companhia que se metem pelo meio?

Deixem o vosso comentário sobre o assunto.

Subpixel rendering

Anti-Aliasing and Sub-Pixel Hinting

A tipografia na web começa a dar agora os primeiros passos com as chamadas web fonts. Tanto utilizando flash, javascript ou plataformas como Google Font Directory, Cufón ou TypeKit. De repente abriu-se um novo mundo para os utilizadores e criadores web no que diz respeito à liberdade tipográfica.

Mas apesar de termos agora á nossa disposição uma vasta colecção de webfonts criadas a pensar na web e nos monitores de hoje em dia, ainda encontramos vários problemas que não existem, por exemplo, em off-line.

A tipografia impressa desfruta de altas resoluções (DPI) com o qual consegue mostrar todos os detalhes de uma tipografia. Ao contrario, nos ecrãs de hoje em dia sofremos com os pixeis “fora-de-sitio” e curvas quebradas e pixeladas. Em grande parte devido a baixa resolução da maioria dos ecrãs de hoje em dia (PPI).

A adobe tem algumas ferramentas para tentar resolver este assunto. Por exemplo, o Photoshop. O Photoshop usa uma técnica para suavizar o texto que consiste em vários pixeis acrescentados em diversos tons de cinzento mas não fusionando diferentes canais. Aqui entra em acção uma técnica chamada Subpixel Rendering.

O que é o Subpixel Rendering

Cada pixel apresentado no monitor consiste em 3 cores diferentes: o vermelho, o verde e o azul (RGB). A luminosidade destes subpixels controlada independentemente dá-nos a ilusão de um só pixel colorido e sólido.

O Subpixel Rendering explora a individualidade de cada componente de uma só cor para a aumentar a percepção de resolução do monitor. Consiste no alinhamento perfeito de uma grelha de pixeis e dos seus valores de luminosidade e cor independentes.

Subpixel-hinting no Photoshop

Apesar de o photoshop ter uma forma para isto, esta não utiliza os diferentes canais para criar um anti-alias perfeito, mas sim diferentes tons de cinzentos.

Thomas Maier utiliza uma técnica que facilita a utilização do Subpixel-hinting no Photoshop. Basicamente é uma acção que junta todos os passos necessários para recriar esta “ilusão” de uma maior definição do monitor.

–> Podem descarregar aqui
a sua acção para o photoshop, ou bem, visitar o seu site.

Se querem saber mais sobre este assunto, a Smashing Magazine tem um artigo muito completo sobre o Subpixel Rendering.

Os números de 2010

Os duendes das estatísticas do WordPress.com analisaram o desempenho deste blog em 2010 e apresentam-lhe aqui um resumo de alto nível da saúde do seu blog:

Healthy blog!

O Blog-Health-o-Meter™ indica: Este blog é fantástico!.

Números apetitosos

Imagem de destaque

Um Boeing 747-400 transporta 416 passageiros. Este blog foi visitado cerca de 9,500 vezes em 2010. Ou seja, cerca de 23 747s cheios.

 

Em 2010, escreveu 6 novo artigo, aumentando o arquivo total do seu blog para 68 artigos. Fez upload de 2 imagens, ocupando um total de 50kb.

The busiest day of the year was 9 de Setembro with 64 views. The most popular post that day was 6000 carros em vector.

De onde vieram?

Os sites que mais tráfego lhe enviaram em 2010 foram google.com.br, pt.wordpress.com, rapichat.com, nerv.es e google.pt

Alguns visitantes vieram dos motores de busca, sobretudo por vector cars, cars vector, carros vector, drag and drop as3 e photoshop antes e depois

Atracções em 2010

Estes são os artigos e páginas mais visitados em 2010.

1

6000 carros em vector Abril, 2008
2 comentários

2

Criar um menu em actionscript 3.0 Outubro, 2008
6 comentários

3

Migrar do AS2 para o AS3 – Parte I Abril, 2008
1 comentário

4

Drag and Drop – AS3 Outubro, 2008

5

Tutorial Flash, XML com HTML e CSS Agosto, 2008
4 comentários

Air Games for Android

Desde que se que saíu a nova versão do Adobe Flash CS5 da Adobe que podemos usar a extensão AIR for Android para fazer aplicações para os terminais android. Isto abre imensas portas para os “flasheiros” de todo o mundo. Aqui fica um video de Lee Brimelow com alguns dos melhores jogos para Android feitos com AIR.

A apple parece voltar atrás no que tinha dito sobre o uso de otras ferramentas , para além do C++/ Objective C, para desenvolver aplicações para os seus terminais moveis.
Steve Jobs justifica esta decisão com os conselhos dados por alguns dos engenheiros e programadores e também de certeza pela pressão mediatica que outras empresas concorrentes, como a Google, impõe no mercado de telefonia da Apple.
Assim sendo, parece que os programadores que usam o actionscrit 3.0 como base podem dar-se por contentes. Vamos ver até que ponto as aplicações serão aprovadas na App Store. É esperar para ver.

Deixo-vos algo mais de informação: http://blog.theflashblog.com/?p=2325

Steve Jobs
Apple proíbe qualquer applicaçao que nao seja desenvolvida com o seu SDK.
Todas as aplicaçoes que se façam através do novo exportador para iPhone do flash cs5 nao poderao ser distribuidas para este terminal da Apple. Neste grupo de aplicaçoes encontramos para além do Flash cs5, o Appcelerator ou Unity3d por exemplo.

Num exemplo de claro monopólio e claro desprezo pelo publico e programadores, a Apple demonstra mais uma vez que, ou se fazem á sua maneira ou nao se fazem.

Uma medida que nao se entende visto que todas as companhias estao a abrir para o opensource como forma de captar novos talentos e abranger novos mercados. Adobe é um exemplo disso.

Resumindo, uma verdadeira pena.
P.S.: O que seria se a Adobe proibisse as suas aplicaçoes nos productos de Apple?

Deixem a vossa opiniao.

New Adobe Suite CS5

CS5 New Launch

CS5 New Launch

The new Release of the Adobe Creative  Suite is almost here. 17 days left to enjoy the new enhancements in the most valuable package of creativity/production programs available.

A nova versao da Adobe Creative  Suite está quase aí. Faltam 17 dias para disfrutar das novas funcionalidades no pacote de programas de criatividade/producçao mais valorado.

Mockingbird

mockingbird

mockingbird

Mockingbird is an online tool that makes it easy for you to create, link together, preview, and share mockups of your website or application.

pt:

Mockingbird é uma ferramenta online que torna a vida mais fácil quando temos de criar, interligar e partilhar maquetes de websites ou aplicaçoes.

Awesome!

Every website should have a call to action, a response you want users to complete. But how do you encourage users to act? How do you create an effective call to action.

1. Lay the groundwork

2. Offer a little extra

3. Have a small number of distinct actions

4. Use active urgent language

5. Get the position right

6. Use white space

7. Use an alternative colour

8. Make it big

9. Have a call to action on every pagee

10. Carry the call through

Read the full article at boagworld’s web.

It is not just the position of your that matters. It is also the space around it. The more space around a the more attention is drawn to it. Clutter up your with surrounding and it will be lost in the overall noise of the page.

PlanHQ does an excellent job of focusing of their calls to action by surrounding them with a lot of empty space.

PlanHQ homepage

PlanHQ draws attention to their calls to action by surrounding them with empty space.

7. Use an alternative

is an effective way of drawing attention to elements, especially if the rest of the site has a fairly limited palette.

Things (the GTD application for the mac) does this expertly on their website. While the rest of their site is predominately muted blues and grey, their calls to action are highlighted orange. This extreme contrast leaves you in no doubt as to the next thing you should do.

Things homepage

The Things website draws attention to its calls to action by using a constrasting colour

Of course never rely solely on because many are blind and will not see the contrast.

8. Make it big

As web we often get annoyed with who ask us to make things bigger. It is certainly true that size isn’t everything. We have already established that position, and white space are equally important.

However it cannot be denied that size does play a large part. The bigger your , the more chance it will be noticed.

Mozilla have certainly taken this approach to heart on the firefox homepage where their download link dominates the page.

Firefox Homepage

Mozilla uses size to draw attention to their call to action

9. Have a on every page

A should not just be limited to the homepage. Every page of your site should have some form of that leads the user on. If the user reaches a dead-end they will leave without responding to your call.

Your does not need to be the same for each page. Instead you can use smaller actions that lead the user towards your ultimate goal.

37 Signals understand the importance of having a on each page. At the foot of every page of their Basecamp website they clearly display links to their tour and signup pages.

Basecamp

Basecamp has a call to action at the foot of every page

10. Carry the call through

Finally, consider what happens when a user does respond to your . The rest of the process needs to be as carefully thought through as the itself.

One particular word of warning – if you require to provide personal data about themselves, resist the temptation to collect unnecessary information.

people in particular like to build up demographic information. Although I can appreciate the value of this, it brings a danger will drop out of the process.

WordPress.com is an excellent example of how to minimise the amount of data collected. They only ask for the minimal information required to setup a .

WordPress signup process

WordPress miminise the amount of information required to setup a blog.

Conclusions

An effective is the linchpin of a successful site and involves drawing together best practice in , creative visual and powerful writing.

However, if it is done right it can generate real measurable return on investment and in the current economic climate that is what we all want.

Many thanks to Lee Munroe who found most of the examples I have used in this post.

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